quinta-feira, 29 de abril de 2010

Jardim Marquês de Marialva.

Callistemon citrinus


É o jardim que envolve a Praça de Touros do Campo Pequeno.Tem muitas árvores frondosas o que origina a sua procura em dias de muito calor como os que temos tido. Mas o melhor do jardim são estas plantas lindíssimas, com flores em forma de "lava frascos", estão por todo o jardim e dão flor mesmo em condições de sombra. Alguém sabe o seu nome?

domingo, 25 de abril de 2010

Em flor...





Pela cidade mais uma vez os cravos vermelhos de Abril, mas foram estas rosas no jardim da fundação Gulbenkian que mais me surpreenderam. O Jardim das roseiras está em plena floração e são pelo menos três variedades diferentes. Também por lá podemos ver os Narcisos, embora em menor quantidade.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Parque da Quinta da Granja.




Em Benfica, este jardim novo nascido por entre os prédios mesmo em frente ao centro comercial Colombo.
O parque parece ter sido desenhado para criar uma certa continuidade entre o jardim e as hortas que ali já existiam. Quando se está no jardim e se olha para poente vê-se o espaço rural da quinta da granja, no monte em frente e facilmente nos lembramos das quintas nas aldeias ou de outros tempos antigos em que esta zona de Lisboa era constituída apenas por quintas e campos de cultivo. O Jardim é pequeno e simples mas com um arranjo adequado. Tem um pequeno quiosque-café, com esplanada – meia dúzia de mesas. Tem passadeiras para caminhar pelo parque e no meio passa a ciclovia que liga a Telheiras e a Entrecampos. Plantaram-se várias árvores, por exemplo ulmeiros e cedros mas existem também oliveiras mais antigas que foram preservadas e enquadradas no espaço ajardinado. O Conjunto é bem interessante e merece uma visita.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Íris no Jardim Gulbenkian.

Mesmo depois das chuvadas dos ultimos dias, muitas das flores ainda permanecem, embora alguns estragos sejam evidentes. Alguém sabe que genero de Íris é este?

Vaticano.



O Vaticano não é propriamente o sítio onde se vá para ver plantas, mas consta que há por lá um magnífico jardim. Desse tal jardim apenas tirei fotos da parte que é possível ser vista por quem visita o museu do Vaticano. As árvores são de grande beleza e ajudam a criar uma certa atmosfera a que é impossível ficar indiferente, considerando o lugar onde estamos.
Uma bela fonte surpreendeu-me numa das salas do museu. Que plantas serão?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Em Castelo de Vide, um Alentejo diferente.


A Vila de Castelo de Vide, fica no Alto Alentejo e todos a devíamos visitar pelo menos uma vez na vida. Assim o fez um dos nossos reis mais querido, El Rei D. Pedro V, em 1861 pouco tempo antes de morrer. 
A abundância de vegetação, o clima ameno e proximidade da serra de São Mamede, levou a que o rei se referisse a esta vila alentejana como a "Sintra do Alentejo". E de tudo aquilo que vi por lá confirmo, que tal designação é bem merecida. 
Os jardins e ajardinados estão bem cuidados e há arvores por todo o lado e varias de grande porte. O parque João José da Luz (Jardim Grande); o jardim Gonçalo Eanes de Abreu e o jardim Garcia de Orta, são alguns dos sítios de interesse para quem gosta de jardins. Mas, um pouco por toda a vila é possível apreciar os pequenos jardins nas ombreiras das portas, nas janelas ou em pequenos pátios, à boa maneira do Alentejo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Roma, Villa Borghese.



Visitei Roma recentemente. Foi a segunda vez que estive nesta cidade que considero ser a mais bela de todas que conheço. Desta vez procurei visitar alguns jardins na cidade mas, acabei apenas por conseguir estar em Villa Borghese. O parque ocupa uma área enorme, cerca de 80 hectares e é realmente lindíssimo. Villa Borghese é considerado o mais importante jardim publico de Roma e foi aberto ao publico em 1903, depois de ter sido aquirido pela cidade de Roma à família Borghese. Aquilo que começou como uma vinha, foi transformado num jardim formal pelo cardeal Scipione Borghese e só mais tarde adquire um aspecto mais natural. No final do século XVIII o lago artificial foi construído e no meio uma ilha com um templo dedicado a Esculápio, o deus da medicina e da cura na mitologia greco-romana. Em 1911 Villa Borghese foi o recinto escolhido para acolher a exposição mundial, sendo que alguns dos pavilhões dos países participantes ainda existem. Villa Borghese é também um parque de vários museus e galerias de arte, mas infelizmente não tive oportunidade de os visitar. O que mais me impressionou no parque e jardins foi a sua área, que numa cidade moderna e agitada como Roma, é realmente uma enorme mais valia. Depois as belas arvores estão por todo o lado: tílias, ciprestes, abetos, plátanos, cerejeiras e magníficos pinheiros tornão este um parque fascinante e quase nos esquecemos que estamos no meio da cidade. Os relvados também estão bem conservados, e são usados pelos turistas para longos banhos de sol. O único ponto negativo vai para as poucas espécies com flor. Das partes que visitei do jardim apenas reparei nas estrelícias e em alguns gladíolos e roseiras.